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Ministério da Saúde orienta vacinação de grávidas, puérperas e lactantes

sexta-feira, 16 de abril de 2021

/ Redação


O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, não participou da coletiva nesta sexta-feira (16) – ele estava em reunião com o presidente Jair Bolsonaro durante esta manhã. (Foto: Reprodução)





O Ministério da Saúde avalia a possibilidade de vacinação contra a Covid-19 de grávidas, puérperas e lactantes. A vacinação para grávidas, puérperas e lactantes com fatores de risco, segundo a pasta, já está liberada e é recomendada pelo Ministério da Saúde.


Em coletiva de imprensa, secretário de atenção primária à saúde, Raphael Câmara, informou que as novas cepas do coronavírus podem se manisfestar de forma mais graves em gestantes.


"Já temos a nota técnica que dá essa recomendação expressa [vacinação] para as grávidas com fatores de risco. Estamos em fase final de análise [para a recomendação de vacinação para grávidas, puérperas e lactantes] e não podemos errar. Estamos avaliando se iremos colocar, mas a sugestão de grande parte dos especialistas é essa", disse o secretário.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, não participou da coletiva nesta sexta-feira (16) – ele estava em reunião com o presidente Jair Bolsonaro durante esta manhã.

Segundo a pasta, todas as grávidas no terceiro trimeste de gestação devem realizar o exame RT-PCR para identificação de possível infecção pelo coronavírus.

"Há disponibilidade destes testes no Ministério da Saúde e quem pedir recebe. Muitos locais que tivemos conhecimento estavam fazendo o teste rápido, no entanto, o exame que tem de ser feito é o PCR que detecta a doença no momento", disse Câmara.

De acordo com os dados, houve queda na realização de exames de pré-natal neste ano em comparação com 2020. O secretário atribuiu a queda "em parte, pela política do fique em casa". "Não é para assustar as grávidas e, por vezes, o pré-natal pode ser por telemedicina, mas o ideal mesmo é que seja presencial. E se for o caso, é importante ter o transporte necessário para a grávida, sem aglomeração", disse.

Na região Norte do país, as mortes de grávidas por Covid-19, de janeiro a março, já é maior do que de 2020 inteiro. Foram 80, contra 77 no ano passado
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