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Mãe de Henry chora durante boa parte da primeira noite na prisão; Dr. Jairinho passou mal e foi atendido em uma UPA

sábado, 10 de abril de 2021

/ Redação

 Monique Almeida está tomando remédios controlados (Foto: Reprodução)


Em sua primeira noite na cadeia após a prisão por suspeita de envolvimento na morte do filho, a professora Monique Almeida Medeiros, mãe de Henry Borel, de 4 anos, chorou por toda a noite. Ela ficará isolada em uma cela por 14 dias.

Na quarta-feira (7), a juíza Elizabeth Louro, do 2º Tribunal do Júri decretou a prisão, por 30 dias, de Monique e do vereador Dr. Jairinho, suspeitos de assassinato do menino Henry.

Na quinta-feira (8) pela manhã, o casal foi preso em uma casa em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Mais tarde, passariam a primeira noite presos, em cadeias diferentes.

Monique faz uso de remédios controlados. Mesmo assim, segundo o G1 apurou, passou a madrugada muito nervosa e chorando boa parte do período.

Diferente da chegada ao presídio em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, quando aparentava tranquilidade, Monique não resistiu e caiu no choro.

Após receber um pacote com sandálias, camisa, calça, toalha e kit higiene, a mãe de Henry foi encaminhada à cela onde passou a noite.

O G1 apurou que Monique pode ficar mais tempo afastada de outras detentas, além do isolamento em uma cela pela quarentena que precisa fazer por causa da Covid. O motivo é que ela corre risco de ser agredida pelas outras presas.

Jairinho é levado a UPA

Em sua primeira noite, no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, o Dr. Jairinho também chorou e aparentava muito nervosismo.

Durante o dia, ele chegou a ser levado à uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no interior do complexo. A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) não informou o estado de saúde de Jairinho.

Ele passará esses primeiros 14 dias preso em isolamento por causa da Covid.


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